sábado, 9 de maio de 2009


Espero que um dia possamos chegar lá...


Somewhere Over The Rainbow...Way Up HighThere's A Land That I Heard Of Once In A Lullaby.Somewhere Over The Rainbow...Skies Are BlueAnd The Dreams That You Dare To Dream Really Do Come True.


Someday I'll Wish Upon A Star And Wake Up Where The Clouds Are Far Behind Me.Where Troubles Melt Like Lemon Drops Away Above The Chimney Tops...That's Where You'll Find Me.


Somewhere Over The Rainbow... Blue Birds FlyBirds Fly Over The Rainbow--Why Then Oh Why Can't I?


Somewhere Over The Rainbow... Blue Birds FlyBirds Fly Over The Rainbow--Why Then Oh Why Can't I?If Happy Little Blue Birds Fly Beyond The Rainbow...Why Oh Why Can't I?
=*

segunda-feira, 27 de abril de 2009

As imagens falam por si...


Vendo estas imagens comecei a refletir sobre muitas coisas e decidi compartilhar com vocês.
Não estou querendo começar nenhum movimento revolucionário ou expressar a minha indignação por qualquer fato.
Só estou tentando mostrar que todos somos iguais, de uma maneira ou de outra, nós seres humanos somos os mesmos, cometemos erros e acertos, ajudamos e somos ajudamos, protegemos e somos protegidos!
E acima de tudo... NÓS PODEMOS AMAR E SOMOS AMADOS.
Ficam as imagens pra quem quiser ver refletir.
Ótima semana para todos, que possamos ser seres humanos melhores a cada dia que passa...
E que não esqueçamos nunca que somo seres humanos e temos direito a escolhas!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

É O DIA DA NOSSA VITÓRIA...




Quanto esperaremos por esse dia, que dia será esse, quando ele chegará, o que acontecerá neste dia, quem estará ao meu lado e será que este dia realmente chegará?
Talvez o dia da nossa vitória seja toda dia, seja HOJE e nós nem damos conta disso.
Quem sabe vencer seja poder abrir o olhos todos os dias de manhã!?
Convenhamos, não existem dias que quando colocamos a cabeça no travesseiro pra dormir pensamos: nossa que dia de cão, fui guerreiro pra conseguir passar por tudo sem perder a cabeça.
Acho que dias assim fazem de nós pessoas melhores, maiores, vitoriosas.
E nos dias que temos vitórias “insignificantes”?
Quem não se acha o melhor por ganhar uma partida de baralho, de imagem e ação (sempre pensamos: vai fazer mímica assim lá longe, como eu e meu parceiro temos sintonia), na escola quando tiramos a nota mais alta (podem dizer que não ligam, mas a sensação é de vitória e ponto), quando vemos aquele amigo que a eras não víamos, quando finalmente deixar a barraca em pé no acampamento, quando o animal de estimação que estava doente volta do veterinário...
Ganhamos tantas coisas, os presentes diários são tantos que acabam sendo comuns e insignificantes.
Deve ser por isso e acabamos sempre esperando o dia D, o grande dia, esperando aquele momento que podemos respirar e dizer: PRONTO AGORA EU VENCI?!
Acho que somos vencedores em tempo integral!
Vitoriosos por natureza!
Temos que parar de esperar o grande dia da e comemorarmos as vitórias diárias, os dias que vivemos e tudo o que temos!
É isso pessoal, aproveitem a vida, vençam no dia à dia e não se esqueçam de que SOMOS VENCEDORES NATOS!
Basta aproveitar as oportunidades que a vida nos dá...

sexta-feira, 17 de abril de 2009

13/08/05


...Existe um texto que precisa ser dito. Palavras que precisam ser explodidas. Mas percebi - e o óbvio às vezes se camufla em descoberta - que meus textos carregam sempre recados sobre o meu querer confuso.Preciso te dizer.O texto vai ser dito e as palavras vão explodir. Eu me conheço e sei que não suporto a angústia do querer dizer.As notícias são simples. Estou melhor.Não tenho pensado tanto. Em você. E não deveria pensar em você. Espero ter compreendido com clareza e lucidez o quanto é importante caminhar sem te cuidar mais do que necessitas. Mais do que eu suportaria. Tive a sensação boba de que somos duas pessoas embriagadas pela juventude com direções diferentes e objetivos que esbarram pouco no universo do comum. E que tanto eu quanto você buscamos a diferença que faz o detalhe. Vigorosos, essa força da juventude, muito ingênuos e quase inteiros, apenas alguns raspões de quem já se deixou magoar, de quem já chorou um grande amor. Não somos tão fortes como deveríamos. Quem suporta e vence a dor, é quem é treinado para isso. E eu não quero ser. Preciso do furacão. Deixo a beleza da disputa para os atletas. E percebo que viver não é tão difícil ou complicado. E não vale medalha.Desapontado eu diria e eu deveria estar acostumado, mas essa idéia – me acostumar – me irrita um pouco e faz com que as unhas sejam roídas, porque me acostumar com alguma atitude, ou com a ausência de atitudes significa me acomodar com o que me é oferecido. E acomodações, afetivas eu reforço, me parecem tão absurdas quanto artificiais. Então, perdoe a falta de tato, perdoe se explodo em frases flechas com destinos traçados, se não percebo o momento de falar, eu que sempre agi educadamente a cada ausência, a cada pequeno não, a cada grandioso maremoto causado por um sorriso que você não deu, é que o momento – e cada um percebe o seu, cada um sente o seu e não há ritmo que impeça o sentir, não há etiqueta que resista aos sentidos, não há fogo que não queime se provocado – me diz que é hora de arrumar as malas e ser mais do que essa frase que parece de efeito e no fim, é! Porque todo efeito me coloca em movimento e é no movimento da vida que eu tenho sim, uma certeza. Ainda que pareça crua, ainda que me doa fisicamente e me arranque noites da cama, ainda que me transforme novamente em alguém sem rumo e sem palavras, eu tenho uma, que significa milhares e eu nem buscava por ela. Uma certeza.Assim tão displicente. Assim sem perceber que dividindo a gente soma. Esse pequeno óbvio que reluz aos meus olhos feitos descoberta rara. Chega de raso. Busco a serenidade do um mais um. Busco o suficiente. E é nessa busca que nos distanciamos em estrada e interesses. Assim tão eloqüente. Feito um vicioso círculo de onde eu sempre digo adeus e para onde eu sempre retorno consciente. Te escrever me pareceu delicado, mas hoje dispenso delicadezas e sinto violento, escrevo tão intenso que meus dedos vacilam a letra digitada. Posso te dizer sobre mim ao escrever. Que vez ou outra eu travo no real. A voz some, o olhar não alcança, as palavras voam feito folhas no outono. Mas o momento é de voz forte, olhar decidido.Desapontado. Mesmo no meio da mais cinza tempestade, a gente tem sempre o pensamento de que ela vai passar, de que o sol vai chegar, de que ela vai embora como ciclo que se fecha e se abre.Sinto que devo seguir. Levando na bagagem filmes, histórias, pensamentos. Levando música. Levando lembranças de gente que eu não quero perder, leveza para acalmar corações e eu não mais me habituo ao que não me agrada. Seria mentir para mim. Seria ser outra pessoa.Eu te levo comigo por onde eu passar, essa certeza é um sopro que te deixo. Levo com amor de um coração que foi tocado por outro coração. Levo como tesouro precioso de quem aprendeu e ensinou. De quem se perdeu e não se encontrou. De quem mudou os objetos de lugar e estranhou. Esse desfecho não é o ideal. Mas estou em busca e o meio do caminho, encontrei uma certeza. Nossa história não termina. Ela prossegue. Obrigado pelo quase. Perdoe pelo definitivo...

... essa é uma das muitas memórias, que juntos vivemos... Tiago Trentini

quinta-feira, 16 de abril de 2009

O Prazer das Pequenas coisas da Vida!


Quem nunca ouviu falar que o prazer de viver está nas pequenas delícias que a vida proporciona, que nos gestos mais singelos encontramos as melhores sensações e que é dos momentos mais simples que temos as melhores lembranças?

Então porque não aproveitar tudo isso?

Já que está tudo aí bem na nossa frente e de graça, vamos desfrutar das coisas simples, viver a intensidade de cada gesto, sentir a brisa da manhã, o calor do brilho do sol na pele, a delícia de comer algo que se gosta, aproveitar ao máximo quando estiver perto de quem se ama!

SEJA FELIZ!

Mesmo o resto do mundo tente provar ao contrário, que ser feliz é difícil, que precisamos disso e daquilo... Temos que ir em frente e buscar a felicidade!

Vamos nos rebelar!
Criar um movimento dos Rebeldes em Busca da Felicidade, uma ONG que ajuda a ser feliz.

Cantar andando pela rua, tomar banho de chuva, andar descalços na grama, rir de nada e rir tudo (sem achar que é desespero), dar sem esperar nada em troca, contar piada (mesmo sem saber), dançar, pular, jogar, caminhar na praia, amar e voltar a ser criança!

Temos que abraçar sem medo de parecer bobo, dizer que amamos sem esperar receber um “eu também” de volta, curtir a família, principalmente os sobrinhos (quem tem sabe como é bom).

Vamos fazer tudo o que tivermos vontade.
Não façamos nada também, é tão bom ficar sem ter o que fazer de vez enquanto, sem precisar de um relógio lembrando que temos horário disso e daquilo.
Vamos dar bom dia, boa tarde e boa noite. Dizer por favor e muito obrigada.

FAÇAMOS COISAS BOBAS E PROGRAMAS DE ÍNDIO!

VAMOS BRINCAR DE SER FELIZ

sábado, 11 de abril de 2009

A Primeira das Minhas memórias

Primeiro Post, primeiro texto, primeiro tudo!
Ou seja, erros, textos ruins e qualquer coisa parecida são totalmente permitidos e perdoáveis, ou não, isso fica a critério de cada um!
Como passei o dia todo procurando um título legal para o meu blog e não achei... Acabei por mexer nas minhas quinquilharias, pensei que tornar à tarde do meu sábado saudosista ajudaria a clarear as idéias e traria à tona algum nome genial.
Foi aí que, achei meu diário, meu primeiro, único e último! Dei uma olhada nas páginas amareladas e lembrei que até nome o coitado tinha era: Memórias que um dia serão póstumas.
Aí pensei, ta aí, esse vai ser o nome do blog.
Então, comecei a pensar em porque esse era, ou é, o nome do meu diário, afinal o diário ainda existe. Na verdade eu virarei memória e pó, ele ainda estará lá.
Escolhei esse nome a tempo, quando li Memórias Póstumas de Brás Cubas, aí decidi que queria ter memórias póstumas também. E qual a melhor maneira para se ter isso, se não um diário¿ Bom pelo menos na época era...
Então fui lá, comprei o caderninho, não era nem do tipo seguro, não tem cadeado. Só um elástico pra segurar e fechar. Tem uma boneca na frente com um gatinho na mão. Bem convencional.
Nas primeiras páginas as palavras não passam de: meu dia hoje foi ruim, lavei a louça depois do almoço e estudei para prova a tarde. Nada de emoções.
Com o passar dos dias fui criando confiança no Memórias e não é que ele acabou virando meu confidente... Li coisas nele que eu não lembrava mais, pois, fiz questão de esquecê-las, coisas das quais eu posso me orgulhar e outras até me envergonhar. Decisões que hoje teriam sido outras, atitudes que eu não deveria ter tomado.
Mas tá, já passou, não adianta mais chorar sobre o diário escrito.
Depois de tudo isso tiver a certeza que esse teria que ser o nome do meu blog. Porque espero poder colocar a aqui algumas idéias a respeito das coisas, de tudo, de todos e do mundo.
O Memórias que um dia serão póstumas vai tratar das coisas simples da vida, do que faz rir e chorar, dos sentimentos, de esperanças e desilusões.
Espero que vocês gostem, ou não, mas mesmo assim comentem. Façam do Memórias o SEU diário e sintam-se totalmente a vontade para sugestões, críticas e tudo que venha a fazer desse blog algo que acrescente na vida das pessoas. Mesmo que sejam só um sorriso, mas já teremos acrescentado algo.
Um abraço (apreensivo e inseguro, afinal, sou nova nisso)...
"Nós não conhecemos o verdadeiro valor de nossos momentos até que eles se submetam ao teste da memória."( Georges Duhamel )